A recuperação do tempo de serviço congelado, pela qual tanto lutámos, irá iniciar-se a 1 de setembro de 2024.

 

Nesse sentido, a ASPL disponibiliza, desde já, aos seus associados um trabalho de análise e contagem do seu tempo de serviço, que lhes permitirá verificar quais as suas próximas progressões na carreira.  

 

 

Aguardamos ainda a publicação do futuro diploma, que fixará exatamente todos os termos dessa recuperação, mas com as informações obtidas ao longo do processo negocial, temos já condições para ir realizando muito do trabalho necessário.

 

 

Assim, a todos os sócios que se encontram na carreira (entre o 1.º e 9.º escalões) e que pretendam o nosso apoio, pedimos que preencham o nosso formulário, disponível aqui

 

Para mais esclarecimentos e apoio, contacte-nos através de qualquer delegação da ASPL.

 

  • Caso ainda não seja nosso associado e pretenda sê-lo, podendo assim ver a sua situação de progressão analisada, entre outros serviços prestados, envie pf email para informacao@aspl.pt

 

 
A ASPL sempre consigo, também para que a recuperação do tempo de serviço congelado seja efetiva e não prejudique mais os docentes!

Realizou-se no dia 6/6/2024, por solicitação da ASPL, uma reunião de negociação suplementar sobre a recuperação do tempo de serviço congelado.
 
Apesar do sentido de aproximação que esta organização sindical demonstrou ao longo do processo negocial, e reconhecendo os benefícios que irão contemplar a maioria da classe docente, mas que exclui muitos milhares, a ASPL não subscreveu o Acordo proposto pela tutela.
 
A ASPL lamenta não poder assinar o Acordo, mas não pode deixar milhares de associados prejudicados, ainda que a sua maioria seja abrangida e que das nove contrapropostas que apresentou, e que já traduzem muitas aproximações às posições da tutela, apenas uma foi contemplada, a saber: a que se refere ao nº 9 do Acordo, por forma a não serem criadas novas injustiças, ultrapassagens e assimetrias entre os docentes que se encontram nos 4º e 6º escalões.
 
Leia na íntegra a síntese da reunião de negociação suplementar, realizada ontem, um ano depois da histórica manifestação de professores e educadores, ocorrida a 6/6/23.

Consulte ofício e contrapropostas da ASPL para negociação suplementar e Síntese da ASPL - para a reunião suplementar

CARTAZ – razões pelas quais a ASPL não assinou acordo com MECI

Greves ao sobretrabalho, horas extraordinárias e componente não letiva de estabelecimento serão retomadas em 12 de setembro
Apesar da insistência das organizações sindicais, o Ministério da Educação nada fez no sentido de regularizar os horários de trabalho dos docentes, eliminando os abusos e ilegalidades que, em muitas escolas, obrigam os professores a trabalhar muito para além do limite de 35 horas semanais que a lei estabelece.
 
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Tribunal dá razão à ASPL: em causa estão os descontos indevidos no vencionamento, devido à Adesão à greve ao sobretrabalho

A ASPL e demais organizações sindicais, subscritoras da Declaração de Compromisso assinada a 18 de novembro passado, foram convocadas pelo Ministério da Educação (ME) para uma nova ronda negocial sobre a recomposição da carreira, a realizar-se amanhã, dia 7 de setembro, às 15h00.  De assinalar que esta reabertura das negociações sobre a recomposição da carreira muito se deve à luta dos professores e educadores, que aderiram massivamente à greve às avaliações e marcaram presença nas concentrações regionais de 13 de julho.
 

As organizações sindicais de professores – ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB e SPLIU – reuniram hoje, 31 de agosto, em Lisboa.
Nesta reunião, houve convergência na análise político-sindical realizada, designadamente em relação ao (in)cumprimento, pelo governo, de compromissos que assumiu com os professores (recuperação do tempo de serviço congelado ou não concretização, até agora, do processo de reposicionamento são disso exemplo) e à abertura do ano letivo, que está muito longe do quadro de normalidade que o Ministro da Educação e o Primeiro-Ministro pretendem fazer passar, como se confirmará após o retomar da atividade plena nas escolas.

Leia na íntegra a Nota à Comunicação Social de 31/08/2018

Esta portaria Procede à regulamentação das ofertas educativas do ensino básico previstas no n.º 2 do artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho
Dúvida houvesse, ficou lamentavelmente esclarecido que o trabalho dos docentes nas avaliações dos seus alunos mais não consiste que um ato administrativo.

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Encontra-se disponível a aplicação para a Meia jornada.
 
Consulte Nota Informativa.

Ao longo do ano letivo que terminou, mais uma vez não é exagero dizer que os professores foram heróis, desenvolvendo, com muita dedicação e empenho, um trabalho que se tem refletido numa significativa redução do insucesso escolar e na construção de uma escola que, não obstante todos os constrangimentos, se tem esforçado por ser mais inclusiva.
Leia na íntegra Nota à Comunicação Social das organizações sindicais (03/08/2018)